espumosos en Mérida

Vinhos na Estremadura

Com o vinho faz-se o caminho e quem escolher a Denominação de Origem Ribera del Guadiana não vai arrepender-se, porque a qualidade dos vinhos estremenhos não parou de aumentar desde que estes dispõem do distintivo, que os situa no nível de Rioja ou Ribera del Duero.

A DO Ribera del Guadiana acolhe cerca de trinta variedades, a tempranillo (aragonez) e macabeu as mais conhecidas, cultivadas junto com as autóctones pardina, cayetana e eva. Fruta que cresce em boa parte da província de Badajoz e sudeste de Cáceres, desenhando um mapa vitivinícola que abrange as zonas badajocenses de Tierra de Barros, Matanegra, Ribera Alta, Ribera Baja e as cacerenhas de Cañamero e Montánchez. Uma área geográfica muito extensa de municípios estremenhos unidos pela produção do vinho

D.O. Ribera del Guadiana, pretexto para o enoturismo

Conhecer a Denominação de Origem Ribera del Guadiana é um excelente pretexto para fazer turismo e enoturismo na Estremadura.  vinos-extremaduraA “Ruta Ribera del Guadiana” é o produto nascido no âmbito da distinção gastronómica, com propostas de ócio para praticar todo o ano. Percorrer vinhedos, ir à descoberta de adegas, participar em provas, sentir os benefícios da vinhoterapia na própria pele, experimentar a melhor maridagem dos vinhos e a culinária estremenha e praticar o turismo patrimonial, de cultura e religioso, além do ativo e da natureza, em boa parte da região, fazem parte da oferta.

Um brinde com cava ou pitarra

A Estremadura também produz cava e está representada no conselho regulador nacional da DO Cava, com a produção exclusiva de Almendralejo. No entanto, fora da denominação também são produzidos vinhos espumantes na área de Guadalupe.

A produção vinícola não é uma novidade na Estremadura, assim é lembrado cada mês de setembro na Festa das Vindimas de Villafranca de Los Barros, de Interesse Turístico Regional, onde são encenados os momentos mais relevantes do ofício com personagens resgatadas do passado, quando a uva era pisada. De facto, continua a ser pisada para produzir o vinho de pitarra, principalmente no norte de Cáceres, um dos poucos locais de Espanha onde esta tradição é conservada.

Aliás, é revitalizada a prática da elaboração do vinho caseiro de forma artesanal e doméstica, com novas gerações dedicadas a isto e a convocatória de concursos de prova que se transformam em autênticas festas. Como a de San Martín de los Vinos na  Serra de Gata.

A elaboração do vinho de pitarra é uma tradição enraizada, não só entre os serragatinos, mas também em Las Hurdes ou La Vera. O vinho não é comercializado em grande escala, mas limitado à venda de proximidade. É assim que conserva esse sabor amigo, esse gosto de ser convidado para brindar com ele, com um copo na mão.

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Independentemente de escolher Ribera del Guadiana, Cava estremenho ou Pitarra, a verdade é que os vinhos na Estremadura são um autêntico prazer.

Fotografías  Andy Solé y planVE

Wines across Extremadura

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